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Corenta tons de gris. O dilema da Humanidade

[Nate Hagens] Ainda resta umha grande possibilidade de futuros benignos e mesmo excelentes que som realizáveis. Mas eles nom chegam sem esforço. O mundo nom esboroou ainda de maneira inevitável, a Grande Simplificaçom acaba de começar.

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A visión forestal hexemónica

[Xabier Vázquez Pumariño] Se a día de hoxe, por calquera razón xeopolítica ou xeolóxica, como é o Teito do Petróleo, tivésemos que mudar este modelo forestal anti-resiliente e orientalo cara a outro lado, levaría tanto tempo e esforzo que sería inviable, o que nos condea a situacións de inseguridade alimentar, e polo tanto a un colapso social.

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A cantiga das máquinas sem motor

[Ernesto Vázquez Souza] E que passaria no caso de colapso por falta de energia ou desabastecimento prolongado? Não haveria jeito imediato de voltar as máquinas anteriores, porque (…) careceríamos da tecnologia, da maquinaria, da tradição anterior precisa para as fabricar e dar uso.

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Decrescimento (também) para marxistas

[Teresa Moure] Um fantasma percorre o mundo. Com certeza, percorre Europa, mas uma afirmação como essa seria hoje insuficiente, quando os satélites e as suas ondas irradiam continuamente para manterem o planeta tele-comunicado. Esse fantasma ainda não tem nome. Alguém chama-o de Decrescimento, alguém sugere etiquetas amplas, como ecologia radical ou profunda, alguém qualifica-o, mais suavemente, de apenas outro mundo possível.