15/15\15 de revolutione in collapso

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As raízes comunitárias dos movimentos sociais

[Carlos Calvo Varela] Em todas as tradições políticas galeguistas, a democracia paroquial aparece como célula básica da Galiza livre. Está por fazer uma antologia sem preconceitos de todos estes textos políticos, que em conjunto darão uma panorámica mui diferente ―mais “libertária”― da tradição galeguista.

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A cantiga das máquinas sem motor

[Ernesto Vázquez Souza] E que passaria no caso de colapso por falta de energia ou desabastecimento prolongado? Não haveria jeito imediato de voltar as máquinas anteriores, porque (…) careceríamos da tecnologia, da maquinaria, da tradição anterior precisa para as fabricar e dar uso.

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Decrescimento (também) para marxistas

[Teresa Moure] Um fantasma percorre o mundo. Com certeza, percorre Europa, mas uma afirmação como essa seria hoje insuficiente, quando os satélites e as suas ondas irradiam continuamente para manterem o planeta tele-comunicado. Esse fantasma ainda não tem nome. Alguém chama-o de Decrescimento, alguém sugere etiquetas amplas, como ecologia radical ou profunda, alguém qualifica-o, mais suavemente, de apenas outro mundo possível.

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A Galiza pós-petróleo, de carne e osso. Conversa com os integrantes do projeto Pumido ao Natural

[Entrevista de Olga Romasanta] Pumido ao Natural nasceu com a intenção de coletivizar um espaço familiar abandonado, mas a sua acção vai para além diso, apoiada em três piares básicos que som o econômico (através dos produtos da horta), a criação de comunidade, e o empenho divulgador de técnicas de permacultura e outros saberes, novos e velhos, que permitem a autossuficiência.