Category: Reflexio

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É hora de falar de Nós

Naresh Giangrande comparte algunhas reflexións en col do impacto e potencial do movemento de Transición. Moita xente ao redor deste movemento está a facer actualmente preguntas semellantes nestes tempos turbulentos. Naresh propón o seu punto de vista como parte dunha conversa máis ampla e profunda, en torno a cal será o seguinte paso para o movemento de Transición. Animámosvos a deixar os vosos comentarios para que esta conversa bote a andar.

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Corenta tons de gris. O dilema da Humanidade

[Nate Hagens] Ainda resta umha grande possibilidade de futuros benignos e mesmo excelentes que som realizáveis. Mas eles nom chegam sem esforço. O mundo nom esboroou ainda de maneira inevitável, a Grande Simplificaçom acaba de começar.

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Da fin dun mundo ao renacemento en 2050

[Yves Cochet] As orientacións políticas que se derivan desta análise, resultan ser relativamente doadas de describrir: minimizar os sufrimentos e o número de mortes durante os vindeiros decenios, propondo desde hoxe un proxecto de decrecemento rápido en canto á pegada ecolóxica dos países ricos, do tipo do biorrexionalismo de baixa tecnoloxía (low tech), para a metade da Humanidade que sobreviva nos anos 40.

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As raízes comunitárias dos movimentos sociais

[Carlos Calvo Varela] Em todas as tradições políticas galeguistas, a democracia paroquial aparece como célula básica da Galiza livre. Está por fazer uma antologia sem preconceitos de todos estes textos políticos, que em conjunto darão uma panorámica mui diferente ―mais “libertária”― da tradição galeguista.

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Delirando mentres o caos avanza

[Jordi Pigem] En moitos dos seguidores de Donald Trump dáse un peculiar delirio antiecolóxico: arelan o colapso e o que denominan Rapture, convencidos de que só eles se salvarán e que dende o ceo contemplarán con satisfacción como remata o mundo.

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A cantiga das máquinas sem motor

[Ernesto Vázquez Souza] E que passaria no caso de colapso por falta de energia ou desabastecimento prolongado? Não haveria jeito imediato de voltar as máquinas anteriores, porque (…) careceríamos da tecnologia, da maquinaria, da tradição anterior precisa para as fabricar e dar uso.

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Decrescimento (também) para marxistas

[Teresa Moure] Um fantasma percorre o mundo. Com certeza, percorre Europa, mas uma afirmação como essa seria hoje insuficiente, quando os satélites e as suas ondas irradiam continuamente para manterem o planeta tele-comunicado. Esse fantasma ainda não tem nome. Alguém chama-o de Decrescimento, alguém sugere etiquetas amplas, como ecologia radical ou profunda, alguém qualifica-o, mais suavemente, de apenas outro mundo possível.